Projeto Robustos Canais Digitais, transformação AI-First da ODPTech.
Setembro de 2026
Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, com pós-graduações em Inteligência Artificial pela FIAP, Games e DataScience. Atua como Líder de Tecnologia e IA na Escol.ai. Possui ampla experiência em educação, em instituições como Senac e na TOTVS. Especialista em Tecnologia, Análise de dados e Inteligência Artificial.
Executivo de tecnologia com mais de 30 anos de experiência em liderança tecnológica. Como aVP de Inovação na OSF Digital, liderou estratégias globais de GTM para soluções de IA. Especialista em arquitetura multicloud, integração de sistemas e Big Data. Fundador da iFactory Solutions (adquirida pela OSF Digital), atuando também como consultor estratégico e investidor.
Executivo de tecnologia e estratégia com mais de 25 anos de experiência. Fundou e liderou a iFactory Solutions até sua venda para a OSF Digital em 2018. Na OSF, conduziu crescimento acelerado e aquisições, gerenciando P&L de US$ 25 milhões e expandindo operações de 200 para mais de 700 pessoas na América Latina e Ibéria. Especialista em go-to-market, transformação digital, IA e M&A.
História e critério de aceite saem prontos do Chat e do Design. Menos ida e volta escrevendo do zero, mais tempo validando com o time.
Contrato de API sai no dia zero. Front, BFF e backend começam juntos, ninguém fica esperando ninguém.
Código nasce aderente ao contrato, menos código repetitivo. Revisão de pull request já passa por um subagente antes de chegar no humano.
Teste deixa de ser a etapa que trava o fluxo. O Claude assume a geração de caso de teste junto com o desenvolvimento, não depois dele. É a proposta que o Vanilla vai validar.
Documentação fica registrada no Cowork ao longo do fluxo, não na cabeça de quem saiu do time.
Testa esse fluxo primeiro, com escopo pequeno e reversível. O que funcionar vira padrão pros outros squads, o que não funcionar é ajustado aqui antes.
Setembro de 2026
Setembro de 2026
O time já usa IA pra prototipar e testar ideia, mas cada um usa do seu jeito, sem regra combinada.
O refinamento devia acontecer toda semana, mas na prática vira quinzenal e é cancelado com frequência.
Um item fica parado até quinze dias esperando teste, mesmo com o desenvolvimento já pronto.
Quando alguém sai do time, a documentação técnica que ficou só na cabeça da pessoa se perde junto.
Setembro de 2026
O briefing vira história com no mínimo 6 cenários Given/When/Then. O que o briefing não responde vira pergunta ao PO, não critério.
A história vira item do épico DELIVERY-1. Na aula o Claude escreve o arquivo que faz o papel do Azure DevOps.
O que foi feito à mão no E1 vira skill versionada. Quem não estava na sala roda em outra demanda e recebe o mesmo formato.
A partir da história e dos payloads crus do core. Publicado antes de qualquer commit de código e revisado antes de seguir.
BFF e front em paralelo, os dois contra o mock do contrato. Se o componente precisou mudar quando ligou no BFF real, o contrato foi descumprido.
Deriva testes do Gherkin do E1, não do código do E5. Um test() por Then, com o nome dizendo a regra de negócio.
Trava explícita: divergência entre implementação e contrato reprova. O parecer vai anexado ao PR.
Cowork sobre o clone do repositório. Lê contrato, código e testes e escreve a página que alguém acha daqui a seis meses.
Claude Code sobre o código. Resume o que entrou, o que ficou fora e as decisões tomadas, anexado ao item da história.
Você conduz, ninguém executa. O Claude lê o log, aponta a anomalia e propõe o ajuste. O log tem a quebra de contrato do E7 plantada.
Setembro de 2026
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